ROSÁRIO: Criança morre dentro do hospital SESP.

Corpo da criança na capela mortuária do SESP

Um fato triste aconteceu na
manhã desta sexta-feira (26), na cidade de Rosário, a 9 km de Bacabeira. A
menor Elizângela Sousa da Cruz, de apenas 1 ano e 8 meses, que residia no
povoado Boa Vista, bairro da zona rural da cidade, morreu nas dependências do
hospital municipal da cidade (SESP), por volta das 9 horas da manhã.
Segundo dona Silvana Sousa,
mãe da menor, a criança deu entrada no hospital às 07 horas da manhã de hoje,
apresentando quadro clínico de crise convulsiva, febre e vômito. Ainda segundo
informações da própria mãe da criança, a falta de Diazepan no hospital (medicamento
usado para tirar pacientes de crise convulsiva), teria levado sua filha a
óbito.
Sensibilizados com a causa
da criança morta no SESP, os vereadores Léo Cavalcante (PTB), Sandro Marinho (PSD),
Magno Nazar (PRP), Francimar Oliveira – Preto (PP) e Luis Carlos – Kiko (PP)
resolveram se dirigir até ao hospital municipal para ver de perto o drama da
família e também buscar informações concretas sobre a causa da morte da menor
Elizângela.
Outro
lado:

Procurado pelos vereadores e
pela equipe do blog para falar sobre o assunto, o Dr. Manoel Vasque, médico que
atendeu a criança, disse que dificilmente a menor escaparia. O médico nos disse
ainda, que a criança havia chegado praticamente morta ao hospital, apresentando
quadro clínico de crise convulsiva, falência cardíaca e palidez, mas que mesmo
assim,  teria realizado administrações de
medicamentos na mesma.
Perguntado se havia
possibilidade de transferência menor para outro hospital, o médico disse que
não haveria tempo hábil para tal, pois a criança poderia morrer no caminho. Em
outra pergunta feita pelo editor do blog ao médico Manoel Vasques, sobre a
possível falta do medicamento Diazepan no hospital, ele negou. “Foram
aplicados todos os procedimentos a fim de salvar a vida da criança,
infelizmente não foi possível”. Completou!
Algumas informações relatadas
sobre a causa da morte da criança foram insuficientes para esclarecer o caso. Diante
disso, os vereadores devem cobrar esclarecimentos mais contundentes à secretaria
de Saúde de Rosário.

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